Análise de Simbologia e Origens (Perspetiva Crítica)
O texto propõe que diversos símbolos do quotidiano possuem raízes ocultistas ou pagãs, servindo, segundo a sua tese, para uma consagração subconsciente a forças contrárias ao cristianismo bíblico.
1. A Cruz
O argumento central é que a cruz, antes de ser o símbolo do martírio de Jesus, era utilizada em cultos pagãos (como o "T" de Tamuz, ligado a Ninrode e Semíramis). O texto cita Gálatas 3:13 para argumentar que, por ter sido o instrumento da morte, a cruz seria um símbolo de maldição e não uma ordenança divina, sendo a sua veneração vista como uma contaminação pagã introduzida pela Igreja Católica.
2. O Peixe (Ichtys)
O texto associa o símbolo do peixe ao deus filisteu Dagom (deus-peixe). Sugere que o uso deste símbolo e a mitra papal (que diz assemelhar-se à cabeça de um peixe com a boca aberta) não seriam derivações cristãs, mas sim uma continuidade de rituais solares e pagãos da Antiguidade.
3. A Mão Chifrada (Corna)
Interpretada como uma saudação a Baphomet ou Ha-Satan. O texto traça a sua origem desde a Babilónia (Portão de Ishtar) até à cultura pop contemporânea. A tese é de que a elite oculta utiliza o entretenimento para normalizar este gesto, induzindo a população a realizar uma saudação ritual sem que esta tenha consciência do seu significado.
4. O Olho de Hórus (Olho que Tudo Vê)
Associado à divindade egípcia e à simbologia dos Illuminati. O texto interpreta este símbolo como a representação do controlo financeiro mundial (citando a nota de um dólar) e como a marca da "Alta Cúpula" do satanismo, representando o topo da pirâmide de poder oculto.
5. A Fita Entrelaçada (Infinito)
Interpretada como um símbolo da Nova Era que sugere a reencarnação (continuidade de vidas) e pactos de sangue. O texto sugere que, visualmente, o símbolo contém três algarismos "6" ocultos, associando-o ao número da Besta.
6. O Pentagrama Invertido
Definido como uma criação de Aleister Crowley associada ao Baphomet. O texto afirma que as pontas voltadas para cima representam Lúcifer, enquanto o inverso simbolizaria a pretensão do homem de ocupar o lugar do Criador. É apresentado como o símbolo máximo de rituais de magia negra infiltrados na sociedade.

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