Há décadas que Portugal vive sob a influência de organizações que operam longe do olhar do cidadão comum. A Maçonaria, uma sociedade que se infiltrou nas estruturas de poder de várias nações, não abriu exceção para o nosso país. Este não é um fenómeno novo, mas é um fenómeno que o povo tende a ignorar, muitas vezes por falta de informação ou distração mediática.
O Alerta Histórico: De Leão XIII a Salazar
Já em 1884, o Papa Leão XIII tentava instruir o povo sobre a natureza desta organização, descrevendo-a com palavras que ecoam até hoje:
"A Maçonaria criminosa em sua organização sepulta-se nas trevas, exige o segredo, impõe a obrigação de executar cegamente as ordens, muitas vezes infames, de chefes desconhecidos..."
Ao longo da história, figuras como Salazar, em 1935, chegaram a proibir a atuação destes grupos. No entanto, as sementes da traição ficaram para trás. Figuras como Mário Soares — num país onde a Carbonária já tinha raízes profundas — trabalharam para derrubar as leis que impediam estas seitas de se apoderarem de Portugal. Com a queda do regime anterior, o caminho ficou livre para a ocupação das instituições.
Os Números e os Símbolos da Escuridão
Hoje, estima-se que existam mais de 4000 membros e mais de 200 lojas espalhadas pelo país. Estes "parasitas" do sistema ocupam cargos de topo:
Política: Ministros e deputados de vários quadrantes.
Economia: CEOs de grandes empresas e multinacionais.
Influência Global: Presença em reuniões como o Grupo Bilderberg, onde se decide o futuro das nações à revelia do povo.
A simbologia não é por acaso. O uso da coruja, o predador que age no silêncio da noite, reflete a forma como estas elites operam. Afirmam-se hoje como uma "sociedade discreta", mas a falta de transparência, especialmente acima do grau 33, é absoluta.
Os Casos Escandalosos: A Impunidade das Elites
A lista de nomes ligados a esta rede de influência e a casos de corrupção é extensa e revoltante para qualquer português:
José Sócrates: Anos de governação que levaram à destruição económica e envolvimento em esquemas judiciais sem precedentes.
António Costa: Envolvido em processos de corrupção e, ainda assim, premiado com a presidência do Conselho Europeu.
António Guterres: Outra figura que, após um percurso polémico em Portugal, serve hoje agendas globais que muitos identificam como contrárias aos valores cristãos.
É vergonhoso ver como estas pessoas se esquivam à justiça. O símbolo da mão fechada com a rosa apenas enganou os mais incautos; por trás da fachada política, trabalham os "homens de saias", protegidos por media infiltrados que encobrem os seus atos desumanos e antipatrióticos.
O Povo é Quem Mais Ordena
Fica a ideia de que estes senhores são os donos do país, mas eles esquecem-se de uma verdade fundamental: NÓS, O POVO, somos quem manda.
Não podemos continuar a ser espectadores passivos da nossa própria ruína. É urgente:
Exigir Transparência: Que os membros da Maçonaria em cargos públicos sejam conhecidos de todos.
Limpar a Justiça: Exigir que as investigações cheguem até ao fim, sem proteções de "fraternidade".
Votar com Consciência: Ir às urnas para mudar o que está errado e dar força a quem é verdadeiramente transparente e serve a pátria, não a uma seita secreta.
Portugal precisa de acordar. O futuro dos nossos filhos não pode continuar a ser decidido nas sombras.

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