A cada dia que passa, sinto que o país que conhecíamos e pelo qual tínhamos orgulho está a desaparecer diante dos nossos olhos. Esta não é uma observação leviana, é a constatação amarga de quem olha para as ruas, para as instituições e para o futuro dos seus filhos e percebe que algo se quebrou.
Onde está o Portugal seguro, respeitado e próspero?
A Perda da Identidade e da Segurança
Não podemos fechar os olhos à realidade. A nossa capital e grandes centros urbanos perderam a sua essência. A sensação de insegurança tornou-se o novo normal: assaltos à luz do dia, criminalidade violenta e uma degradação do espaço público que afugenta o turismo e o bem-estar dos residentes. O que antes era um país seguro, hoje vive sob o medo constante.
A Ideologia contra a Tradição
A escola e a universidade, outrora templos do saber e do respeito pela estrutura familiar, foram transformadas em palcos de engenharia social. As nossas crianças e jovens são bombardeados com ideologias que desconstroem os valores fundamentais, forçando uma agenda que ignora a biologia e a tradição. Quem discorda é silenciado ou ostracizado. É um ataque direto à base de qualquer sociedade: a família.
A "Bandidagem de Gravata" e a Impunidade
O maior problema, contudo, reside no topo. Enquanto o povo português — conhecido pelo seu trabalho árduo, asseio e capacidade de adaptação — é esmagado por impostos e pelo custo de vida, a elite política e mediática vive numa realidade paralela.
Corrupção sem fim: Casos milionários que prescrevem ou são arquivados, figuras públicas que saltam de cargos em cargos, enquanto o cidadão comum, se falhar, sente o peso total da lei.
A mentira das oportunidades: Dizem-nos que os emigrantes vêm fazer o trabalho que os portugueses não querem, mas a verdade é que nunca nos deram condições dignas para ocupar esses lugares. Reformas de miséria, ordenados mínimos que não chegam a lado nenhum e a juventude forçada a abandonar o seu próprio país.
O Estado do País: Um Reflexo da Gestão
Hospitais onde as pessoas morrem à porta, idosos que escolhem entre comer ou comprar medicação, e um governo que prioriza ideologias manhosas e projetos faraónicos em vez da dignidade humana. Pagamos quatro vezes mais do que no tempo do escudo e recebemos serviços cada vez mais precários.
O caso dos polícias que tentaram fazer o seu trabalho, apenas para serem postos em causa pelo próprio sistema, é o espelho final de um país virado do avesso.
O Meu Desabafo
Não sou extremista por querer que a minha casa seja respeitada. Não sou "ista" por querer que a cultura portuguesa, a nossa gastronomia e os nossos valores prevaleçam na nossa própria terra. O que vemos hoje é uma marginalização do povo conservador e trabalhador, forçado a aceitar políticas que nunca pediu.
A pergunta que fica é: até quando? As eleições avizinham-se e a dúvida persiste: estaremos a votar, ou apenas a assistir a um processo já definido por quem detém o poder?
Portugal precisa de acordar. A nossa história, as nossas pedras e, acima de tudo, o nosso povo merecem muito mais do que esta decadência planeada.
O Portugal que queremos não é este. E o teu, qual é?
Estamos de vigia.
NÓS NÃO PERDOAMOS. NÓS NÃO ESQUECEMOS.
SOMOS UM... E O UM SOMOS TODOS.

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