Isto já passou todos os limites da decência e da vergonha. Tudo o que assistimos diariamente na Assembleia da República e nos telejornais não passa de um teatro barato, uma encenação calculada para adormecer e dividir o povo. Vemo-los a discutir frente às câmaras, a fingir indignação e oposições ferozes, mas tudo não passa de uma farsa para inglês ver. Quando o "espetáculo" acaba e as luzes se apagam, juntam-se todos em jantares e almoços de mãos dadas, felizes e contentes, a negociar tachos e a decidir o futuro do país à porta fechada.
Enquanto esta elite política se protege a si própria, o cidadão comum é esmagado por uma carga fiscal sufocante, com os impostos, os combustíveis e o preço do cabaz alimentar sempre a subir para afogar quem trabalha. Para as necessidades básicas do país — como um Serviço Nacional de Saúde em rutura permanente, a melhoria das pensões ou o aumento miserável dos salários —, dizem sempre que "não há dinheiro". No entanto, para apostas megalómanas e agendas externas, há sempre centenas de milhões à mão: seja para financiar centros de dados e gigafábricas de inteligência artificial em Sines, ou para promessas de novos hospitais que nunca mais saem do papel enquanto o povo definha nas urgências.
Mas a situação é ainda mais grave porque atinge a própria sobrevivência e identidade da nossa sociedade. Temos o país entregue a uma desordem total devido a políticas de imigração descontroladas, com uma entrada massiva de pessoas vindas de fora sem qualquer critério de integração ou capacidade de acolhimento. Isto está a retirar postos de trabalho aos portugueses, a deprimir os salários, a sobrecarregar os serviços públicos e a dinamitar o acesso à habitação. O resultado direto desta humilhação é a expulsão dos nossos jovens, forçados a emigrar em busca de uma vida digna, enquanto se substitui a força de trabalho nacional.
O povo que construiu este país, que desconta uma vida inteira e que sustenta esta economia à força de sacrifícios, é tratado como um mero escravo fiscal e um zero à esquerda por esta casta. Estão muito mais preocupados em cumprir diretrizes de Bruxelas, em digitalizar o controlo da população e em garantir os seus privilégios do que com a realidade crua de uma nação que se afunda a cada dia. Até quando vamos continuar a tolerar esta palhaçada e a pagar para sermos roubados e ignorados no nosso próprio país?
Estamos de vigia.
NÓS NÃO PERDOAMOS. NÓS NÃO ESQUECEMOS.
TODOS SOMOS UM... E O UM SOMOS TODOS

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