Membros da Al Shabaab, grupo militante islâmico que opera na Somália, arrastaram o jovem cristão para um lugar publico na cidade de Jilib, onde dispararam em sua cabeça. Uma testemunha contou que “muitas pessoas viram esta ação horrível, incluindo mulheres e crianças”.
Um líder da igreja subterrânea na Somália, conta que Hurse havia se convertido em 2006, se casando em 2008 e teve um filho em 2009. Em 2010, sua família mudou-se para cidade Jilib, na região de Juba, onde abriu uma mercearia.
Os somalis são considerados muçulmanos desde o nascimento e deixar o islã, classificado como crime de apostasia, é punível com a morte. Após a execução, os pais de Hurshe, sua viúva e seu filho fugiram da região.
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