Dianne Reidy entrega exorcismo durante sessão da Câmara nos EUA



Na quarta-feira (16) à noite ocorreu uma sessão extraordinária do Congresso para a votação do novo orçamento e a elevação do teto da dívida pública dos EUA. O impasse causou neste mês uma paralização no governo. Pouco antes de todos os votos serem contados, ocorreu um fato inusitado e pouco divulgado pela imprensa.
Uma das estenógrafas da Casa decidiu usar o microfone para mandar uma mensagem aos políticos presentes e toda a nação: “Deus não se deixa escarnecer”. Dianne Reidy, 48, trabalha há muitos anos no Congresso e diz estar farta de ver as pessoas serem enganadas.
Suas primeiras palavras não podem ser ouvidas com clareza, mas em determinado momento ela parou em frente ao microfone e disse: “Louvado seja Deus. Ele não será ridicularizado, Ele não se deixa escarnecer. DEle não se zomba…. os americanos não são e nunca foram “uma nação unida sob Deus”. Essa é uma menção ao juramento de lealdade ao governo dos Estados Unidos, que todos os deputados fizeram.
Um grande engano, segundo ela, é ignorar-se que a Constituição do país foi escrita por maçons. “Eles vão contra Deus. Você não pode servir a dois senhores! Louvado seja Deus. Louvado seja o Senhor Jesus Cristo. Louvado seja para sempre”, gritava, enquanto era retirada pelos seguranças do Congresso.
Após ser interrogada pela polícia do Congresso, Reidy foi enviada para uma avaliação mental. Ela ainda não sabe se responderá criminalmente. A votação do orçamento teve grande cobertura da imprensa.
Ela foi procurada por muitas redes de TV, mas foi à Fox News que fez um desabafo: “Nas últimas 2 semanas e meia, o Espírito Santo me acordava todas as madrugadas me preparando. Eu duvidei no início, mas decidi entregar uma mensagem de Deus para a Câmara”, afirmou.
A presidente da casa e leis, Ileana Ros-Lethinen, é vista no vídeo batendo o martelo várias vezes para restaurar a ordem. Enquanto ouvia Reidy gritar “Assim diz o Senhor”, e “Isso não é obra do Senhor”.
Para a congressista, foi uma surpresa. “Eu martelei para retomar o controle do microfone. Ouvi que ela disse algo sobre o diabo. Foi algo repentino e confuso”, disse à Fox.

1. O Abafamento Médico

Ela foi internada para observação. O marido dela, na altura, deu declarações a dizer que ela era uma pessoa profundamente religiosa e que tinha tido um "momento de stress". Esta é a linguagem padrão usada para acalmar os media e evitar que as pessoas comecem a perguntar: "Mas e se o que ela disse sobre a Maçonaria for verdade?"

2. A Perda do Emprego

Claro que ela nunca mais voltou ao Capitólio. Uma taquígrafa de elite (ela era das melhores, trabalhava lá há anos e conhecia todos os segredos dos bastidores) que quebra o protocolo daquela maneira é banida para sempre. O sistema não pode ter alguém com "brio" e consciência própria a transcrever as reuniões à porta fechada.

3. O Silêncio Forçado

Desde 2013, a Diane Reidy praticamente desapareceu da vida pública. Não deu entrevistas bombásticas, não escreveu livros, nada. Isso em Portugal ou nos EUA chama-se "acordo de silêncio". Ou ela foi ameaçada com a perda da reforma e processos judiciais, ou foi convencida de que o "surto" dela era apenas doença.

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