O Desarmamento do Cidadão e a Ilusão da Segurança

"Portugal vive um processo de desarmamento silencioso. Enquanto o cidadão cumpridor, o caçador e o desportista são asfixiados por uma burocracia punitiva, a sensação de insegurança aumenta. Desde 2005, o cerco aperta-se, e é imperativo questionar: quem ganha com o desarmamento do cidadão de bem?"

"O que vemos hoje é uma disparidade gritante. Em 1998, a posse de uma arma de caça ou desportiva era um direito acessível ao cidadão honesto. Hoje, o Estado tratou de erguer muros intransponíveis. Enquanto desarmam quem segue a lei, assistimos a um fenómeno curioso: os 'capangas' das elites e as redes criminosas não parecem sofrer com a falta de meios.

A GNR, em vez de focar no combate ao crime real, é forçada a gastar recursos preciosos a apertar o cerco sobre caçadores que, para exercerem a sua atividade, já cumprem requisitos estritos e pagam balúrdios. É uma gestão de prioridades invertida. A pergunta que fica é: o desarmamento dos legais resolve, por acaso, a proliferação das armas ilegais? Ou será que o objetivo é, pura e simplesmente, retirar ao povo a capacidade de autodefesa básica, até ao ponto de uma faca de mato ser tratada como uma ameaça ao Estado?"

"A Igreja, ao pactuar com discursos que apelam a uma 'sociedade livre de armas' em nome de uma paz abstrata, parece ignorar a realidade do terreno. Quando o Estado falha no seu dever primordial de garantir a segurança — violando o seu próprio 'Contrato Social' — o desarmamento do cidadão não promove a paz; promove a vulnerabilidade. Defender a paz é legítimo, mas defender o desarmamento enquanto a criminalidade organizada prolifera é uma irresponsabilidade que não podemos ignorar."

"Desafio todos a lerem o documento histórico que anexo a esta publicação. Vejam como o terreno foi preparado em 2005. A questão não é sobre armas; é sobre liberdade, controlo e o medo que a elite tem de um cidadão autossuficiente.

Que mais virá a seguir? Onde termina a segurança e começa a submissão?

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