PORTUGAL É XENOFEBO?

 


Vamos falar da maior mentira que corre por aí hoje em dia? Tudo parece ter mudado quando as portas do SEF se escancararam — ironicamente, após o trágico episódio no aeroporto com o cidadão ucraniano. A partir daí, o que muitos chamam de "o rabo da Europa" abriu-se de forma descontrolada, sem critério e sem respeito por quem aqui já estava.

A Cortina de Fumo da Comunicação Social

Assistimos hoje à comunicação social mais enganosa dos últimos 100 anos. Fazem-se notícias sobre o desemprego da forma mais descarada que já se viu. Vendem-nos a ideia de uma integração perfeita de países irmãos, mas basta andar na rua para ver que a realidade é outra: a maioria chega de paragens distantes, como a Índia ou o Cazaquistão, sem qualquer ligação à nossa cultura ou língua.

O Mito da "Mão de Obra Necessária"

Dizem-nos, com um ar de superioridade, que estas pessoas vêm fazer "os trabalhos que o português não quer". Mas que discurso é este? Portugal sempre foi um povo de trabalho, mas um trabalho com dignidade. O que vemos agora é:

  • Mão de obra barata e sem documentos a ser explorada.

  • Pessoas que não entendem uma palavra da nossa língua a conduzir TVDEs.

  • Grupos que passam o dia em jardins, a comer pizza e a ver a vida passar.

A pergunta que ninguém quer calar é: O que fazem estas pessoas, aos montes, legais e ilegais, no nosso país? Como sobrevivem aqueles que não trabalham nem estão de férias? Onde está o controlo?

Do "Poleiro" Europeu à Amargura do Português

Enquanto o vandalismo e a insegurança espreitam em cada esquina, o principal responsável por esta abertura desmedida — António Costa — sai de cena debaixo de palmas das elites, garantindo mais um lugar ao sol num "poleiro" europeu. Entretanto, o português comum fica com a fatura para pagar:

  • Subsídios Injustos: Um pai de família português, muitas vezes vergado pelo peso da vida, recebe uma miséria de RSI (cerca de 230€). Ao mesmo tempo, vemos rendimentos por estatuto de refugiado que parecem cair do céu.

  • O Mistério do Capital: Como é que tantos chegam sem nada e, num abrir e fechar de olhos, abrem supermercados e compram carros de luxo que um trabalhador honesto não consegue adquirir numa vida inteira?

Conclusão: Não é Ódio, é Sobrevivência

A Inglaterra não saiu da União Europeia por acaso; eles viram o que aí vinha. Eu, que até tenho um carinho especial pelo povo brasileiro e sei bem que ninguém é igual a ninguém, sinto que o limite foi ultrapassado.

Dói ver um país com a nossa história, que sempre soube acolher quem trabalha e quem respeita, a ser transformado num caos sem regras. Portugal não é um país de ódio, é um país de memória. E a nossa memória diz-nos que estamos a ser enganados.

A questão final impõe-se: Será que somos realmente xenófobos, ou estão apenas a tentar fazer de nós um povo ignorante e estúpido? A resposta está à vista de todos.

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