Andamos todos a queimar as pestanas a trabalhar para aquecer, enquanto os senhores de fato e gravata em São Bento e Bruxelas continuam a inventar maneiras de nos irem ao bolso e nos tirarem a dignidade. Se achavam que a javardice era pouca, vejam bem o triângulo perfeito que eles montaram para sufocar quem trabalha neste país:
1. A Ditadura dos Carros Elétricos (Combustíveis pelo preço do ouro) Primeiro queriam lixar os carros antigos com o IUC. Como a malta se revoltou, mudaram de tática: agora vêm com "taxas ecológicas" e impostos camuflados para meter o gasóleo e a gasolina a preço de champanhe. Querem obrigar o Zé Povinho a encostar o seu carrinho velho de estimação para comprar um elétrico de 40 mil euros. Quem é que tem esse dinheiro? Pois, ninguém! É a caça ao imposto à descarada, mascarada de "salvação do planeta".
2. O Degredo da Saúde (Urgências a fechar e filas da vergonha) Ter uma doença em Portugal transformou-se numa roleta russa. Hospitais com urgências fechadas dia sim, dia não, grávidas a serem desviadas para o outro lado do país e pessoas a passarem a noite no chão das salas de espera. Falta tudo para os doentes e para os médicos que dão o corpo ao manifesto, mas nunca falta dinheiro para os bónus e para as mordomias dos administradores que assobiam para o lado lá de cima. A nossa saúde pública está na miséria!
3. O Negócio da Habitação (Preços de luxo para salários de miséria) Anunciam leis e pacotes de "apoio à habitação" com pompa e circunstância, mas a verdade é que os alugueres continuam pelo preço do ouro e os nossos jovens estão condenados a morar com os pais até aos 35 anos. Para os fundos imobiliários estrangeiros e para a especulação de luxo há sempre passadeira vermelha e borlas fiscais; para quem quer um teto digno para viver, há uma porta na cara.
Conclusão: Eles tiram-nos o carro para não nos deslocarmos, fecham os hospitais para não nos tratarmos e encarecem as casas para não termos onde morar. É este o Portugal de 2026: quem trabalha carrega o país às costas e quem manda enche a pança. Até quando é que vamos continuar a ver passar os navios? Está na hora de acordar! Partilhem isto antes que eles censurem!
Estamos de vigia.
[NÓS NÃO PERDOAMOS. NÓS NÃO ESQUECEMOS.]
[ SOMOS UM... E O UM SOMOS TODOS.]

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